quarta-feira, 18 de junho de 2008

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Descendo o asfalto como se desce a neve

Será que é possível radicalizar no asfalto como se estivesse nas motanhas do Antartico? Com o freeboard é possível sim. Esta modalidade consiste em se utilizar um skate de seis rodas que possibilita mais leveza nas manobras e consequentemente, a sensação de se estar praticando o snowboard. Também as rodas externas simulam as bordas da prancha utilizada no surf na neve. Há duas rodas centrais que por possuírem um giro de 360º, insentam a sensação de atrito com o solo, dando mais dinamismo as manobras.

Esse esporte é literalmente uma adaptação do que se pode vivenciar nas motanhas de lugares onde a temperatura está abaixo de zero. Com o freeboard pode se curti as emoções do snowboard, num país tropical como o Brasil, por exemplo.

Se você já praticou o snowboard e tem vontade de repetir a dose, pode tentar o freeboard. Com certeza essa modalidade não deixa nada a desejar em relação ao surf na neve.

Sites relacionados a esportes radicais

http://360graus.terra.com.br/
http://oradical.uol.com.br/
http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Esportes_Radicais/0,,AS0-15040,00.html
http://www.esportenaveia.com.br/
http://www.portalradical.iol.pt/desporto.asp?canal=jeeptt

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Surfando no meio da selva

Um grande fenômeno que acontece nas selvas da Amazônia possibilita a prática do surfe. A pororoca, encontro do Oceano Atlantico com as águas dos rios da Amazônia, provoca a formação de grandes ondas, que chegam a medir até quatro metros. É nesse cenário que surfistas estão buscando a prática de mais uma modalidade do surfe - o surfe na pororoca. E como as ondas são prolongadas é possívle permanecer nela por até uma hora e não há portanto pressa de efetuar manobras.
Desde 1999 se disputa campeonatos nesta modalidade e recentemente aconteceu a competição exclusivamente para as surfistas, que apresentaram um bom desempenho na pororoca.
Os adeptos do surfe dizem que a sensação é um pouco diferente da de se surfar em mar aberto e o número de adeptos cresce a cada ano. Certamente é o desafio que tem atraido essas pessoas, já que esta é uma modalidade considerada perigosa. Só para se ter uma idéia, para descer a pororoca é nessário que o surfista seja levado por um jetski. Há também o risco de ser atingido por um tronco de árvore por exemplo, porque a força da água arrasta tudo que tiver no caminho. Também a onda provocada muda muito, segundo os praticantes, o que implica em ações inesperadas.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Emoção nas Cavernas



Se você curti a prática de esportes como o rapel, canyoning e trilha acaba de encontrar uma tendência mais completa, o caving. Nele é possível unir todas essas modalidades num mesmo esporte. Este consiste na exploração de cavernas, através de técnicas utilizadas em diferentes atividades, pois há necessidade de tranpor lagos ou rios que possam atravessar a caverna, fazer escalada nas paredes da mesma e transpor corredores estreitos.
O caving surgiu da espeleologia, que é uma prática utilizada por cientistas para desbravar o interior das cavernas, já que estas são um reduto onde pode se encontrar uma variedade muito vasta de flora e fauna e achados arqueológicos. Vendo que esta atividade exigia do explorador técnicas utizidas em esportes radicais, adeptos do mesmo resolveram se aventurar por estas cavernas sem a finalidade cientifica, mas mantendo a finalidade exploratória da coisa.
Este é o tipo de esporte onde o praticante sempre se depara com o inesperado, pois as cavernas costumam ser escuras e possuem perigos imprevisiveis. Por isso, o praticante deve ter bom preparo físico para suportar as longas caminhadas, saber nadar, ter conhecimentos de primeiros socorros e também em técnicas de escalada.